Sou muito ingénuo! Na candente questão da redução do número de deputados estava pronto a opinar que mais meia dúzia, menos meia dúzia em nada contribuiriam para o melhor funcionamento do País e tudo o que não chegassse ao zero absoluto seria insignificante para a dignificação dele. Tinha-me escapado completamente a falta de senso e pudor que este nosso Colega noticia. O voto passa a ser uma senha deste irracional racionamento, mas estes Senhores não podem, doravante, esperar que todos os que passam dificuldades de sustento evitem dirigir-lhes antes uma sanha...
Passo a adepto da limitação, aspirando ao correlato incremento de decoro!
Ou será que leram apressadamente esta notícia e, pensando que as substâncias ingeridas vinham referidas por um adjectivo e não por um substantivo, temeram pela própria vida?
Veja-se, acima, a Gula, do sagaz James Ensor
É um sintoma de degenerescência completa desta classe política completamente corrompida que ainda não percebeu o martelo pilão que lhe vai cair em cima...
ResponderEliminarBeijinho Paulo
pode ser mas é mais natural que não queiram comer os da própria espécie
ResponderEliminarMas era bom que esse instrumento de justiça não tardasse tanto a cumprir o seu dever, Querida Ariel!
ResponderEliminarEhehehehehe. Pese à memória histórica dos Beatles, Amigo Rudolfo. No entanto esse raciocínio deixa-me intrigado sob outro enfoque: se os mandantes da ordem do dia se fantasiam humanos, como é que não sentem pejo em comer-nos?
Beijinho e abraço
caro Paulo
ResponderEliminarEu já almoçei no restaurante da Assembleia e devo dizer que não achei que fosse um requinte. É tudo muito pipi, os pratinhos pintados com o borrão do laço da República (uma fraca imitação, aquém, de genuínas baixelas),com ar burguês e a comida tem mais é a "pomposidade" do nome. O que achei é que era bom demais para os frequentadores!
abraço
Meu Caro João,
ResponderEliminarah, mas isso, até um naco de pão duro...
Grande abraço