Excesso de Velocidade

Como podem os Nuestros Hermanos censurar a supressão da tolice geralmente verificada que era traduzida nos comboiozinhos speedados, quanto tiveram de emprateleirar três ligações desse jaez? Dirão que Madrid-Lisboa une outro tipo de cidades, mas esquecem que, deste lado da fronteira vive também diverso tipo de gente, com bolsos muito mais vazios, como o Governo respectivo. Ao ponto de para cá do Marão, tendo o Marau que inventou a embrulhada deixado de mandar, se haver desistido temporariamente de ver a luz ao fim do túnel.
Enfim, à espera de um Presente Grego que torne irrelevantes as muralhas da União Europeia, sou eu que, como bloguista, paro para reflectir se vale a pena continuar, quer dizer, faço o meu teste de stress. O País está em crise, mas a blogosfera que conheci pujante noutros tempos não o está menos. Vamos ver, porém desconfio de que não terei forças blogadoras para atravessar uma Estação ainda mais Tola do que o habitual.
O Comboio Acelera(n)do, de Ivo Pannaggi

6 comentários:

  1. No primeiro caso é mesmo a tolice que não quer levantar voo; no segundo o cansaço que acaba por aterrar.

    Beijo Paulo

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  2. Enquanto se escreve um blog não se está a fazer coisas piores
    Rudolfo Moreira

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  3. Querida Cristina,
    aterra nos dois sentidos - quer por em mim ter poisado, quer por me apavorar a letargia que infunde.

    Lá iso, Caro Rudolfo...

    Beijo e abraço

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  4. Tenho a certeza de que o Querido Paulo não sofrerá desse mal, até porque a silly season já era, não haverá carcanhol nem para a silly nem para a season....

    Beijinho

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  5. O meu ímpeto blogueiro anda murcho, ao jeito do País, Querida Ariel.

    Beijinho

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